Capa do livro Adeus, Pavor dos Números, de Mariovaldo Carrilho — sobre bloqueio e ansiedade com matemática

Adeus, Pavor dos Números

Aprenda matemática desde o começo — para o adulto que trava diante de uma conta

eBook Kindle Mariovaldo Carrilho · 2026 Disponível no Kindle Unlimited

A conta é simples. O que trava é a lembrança da sala de aula.

A conta chega à mesa e alguém pergunta quanto dá para cada um. Você olha para o papel e o cálculo some. Dividir um valor entre as pessoas sentadas ali é coisa de escola. Mas a mesa inteira está esperando, e a sua cabeça escolheu esse momento para ficar em branco.

O bloqueio quase sempre tem data de origem. Um professor impaciente, uma prova devolvida com o resultado circulado em vermelho, uma pergunta feita em voz alta que você não soube responder. Dali em diante, você aprendeu a desviar. Escolheu área, escolheu profissão, evitou planilha, deixou a calculadora fazer o que a memória se recusava a tentar.

Mariovaldo Carrilho parte de uma distinção prática: pavor de errar e dificuldade de aprender não são a mesma coisa. Quem foge de contas há décadas nunca teve a chance de testar a própria capacidade em condições calmas. O que se acumulou não foi incapacidade. Foi a falta de oportunidade de tentar sem plateia.

Adeus, Pavor dos Números recomeça pela base e avança na ordem em que as ideias se sustentam: as operações, as frações, a leitura de um desconto, a pré-álgebra, onde as letras entram no lugar dos números. Cada etapa fecha antes que a seguinte comece, porque o buraco deixado para trás é o que derruba a tentativa seguinte.

Fazer as pazes com os números muda coisas pequenas e diárias. Conferir um troco sem constrangimento. Entender a proposta de parcelamento antes de assinar. Ajudar com a lição de casa sem inventar desculpa. É o tipo de liberdade que quem nunca teve medo nem percebe que tem.


Isto provavelmente já aconteceu com você

Você entrega a conta para outra pessoa dividir
Sempre tem alguém mais rápido na mesa. Você aproveita e passa adiante antes que alguém peça.
Planilha aberta faz o seu corpo reagir
A mão esfria, a leitura embaralha, a vontade é fechar a janela. O arquivo continua ali no dia seguinte.
Você repete que não leva jeito para números
A frase sai antes da tentativa. Depois dela, ninguém insiste — nem você.
Você guarda uma cena da escola que não passou
O nome do professor, a fileira onde sentava, o que a turma fez quando você errou. A cena continua disponível.

Seis pontos que ninguém revisou com você depois da escola

1
De onde vem o bloqueio com números e por que ele resiste em quem se sai bem no resto
2
O que o corpo faz quando aparece uma conta para resolver na frente de outras pessoas
3
A sequência em que as operações básicas se sustentam umas nas outras
4
Frações e porcentagem tratadas como leitura do dia a dia, e não como matéria de prova
5
A passagem da aritmética para a pré-álgebra, quando as letras entram no lugar dos números
6
Como conferir preço, desconto e divisão de conta sem depender de outra pessoa

Anos desviando de contas não provam falta de capacidade. Provam que ninguém voltou com você ao ponto exato onde a explicação faltou.

O que os leitores perguntam sobre este livro

Preciso saber alguma coisa de matemática para começar?
O livro começa pela contagem e pelas operações básicas, sem pressupor nada. Cada capítulo se apoia no anterior, então quem nunca entendeu a base não fica para trás na página seguinte.
Sou adulto. Vou ser tratado como criança?
Os exemplos vêm de compras, contas de casa, salário e reforma — situações de quem sustenta a própria vida. A linguagem é simples porque a matemática exige clareza, não porque o leitor seja considerado incapaz.
Serve para estudar para concurso?
Serve como base. As questões de raciocínio lógico e matemática básica pressupõem exatamente o conteúdo que o livro reconstrói. Quem vai direto para a apostila sem essa base costuma travar sempre nas mesmas questões.
E se eu travar no meio?
Travar faz parte e o texto conta com isso. O ritmo é seu: dá para reler um trecho quantas vezes precisar antes de seguir. Não há sequência obrigatória de estudo diário nem prazo para terminar.
O medo de matemática tem solução de verdade?
O medo diminui quando a experiência de acerto passa a ser mais frequente do que a de erro. É por isso que o trabalho começa na base e não no conteúdo que causou o susto. A ordem importa mais do que o esforço.

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Sobre o Autor
Mariovaldo Carrilho

Mariovaldo Carrilho escreve sobre ansiedade e saúde emocional, vida profissional, método de estudo, idiomas, vendas e comunicação.

Seus livros partem de uma situação concreta — travar ao falar, o inglês que não avança, a distração no trabalho — e tratam do mecanismo por trás dela.

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