Inglês de viagem em frases prontas — para se virar sem travar lá fora
As datas fechadas, o hotel reservado. O que volta à cabeça é o balcão: alguém pergunta alguma coisa, você não entende, e a fila atrás continua esperando. O medo raramente é de errar a gramática. É de ficar parado sem saber o que responder.
Curso de idioma trabalha com meses pela frente e começa pelo verbo to be. A sua viagem tem semanas. O conteúdo de que você precisa é outro: um conjunto pequeno de frases que resolvem situações previsíveis, ditas do jeito que o atendente está acostumado a ouvir.
Inglês de Bolso para Viajar organiza o material por cena, e não por conteúdo gramatical. Aeroporto e conexão. A pergunta da imigração e a resposta curta que ela espera. Check-in no hotel e o pedido que dá problema. Restaurante, transporte, compra, farmácia. Cada bloco traz o que você diz e o que costumam devolver.
Entender a resposta é a metade que os guias esquecem. Você pergunta certo, a devolução vem rápida, com sotaque e uma palavra que ninguém ensinou. As respostas mais prováveis entram junto com a frase, e há espaço para o que fazer quando o fio se perde: pedir para repetir, pedir para falar devagar, dizer que não entendeu sem encerrar a conversa.
Ninguém fica fluente antes de embarcar. Dá para chegar sabendo pedir, perguntar, corrigir e recomeçar a frase. Isso atravessa a viagem inteira e devolve as escolhas que o tradutor no bolso costuma tirar de você.
Viagem não cobra vocabulário grande. Cobra a frase certa no balcão certo, dita sem hesitar, e alguma saída para os segundos em que você não entendeu a resposta.
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