Sobre a alegria que não depende de o dia ter corrido bem — e sobre onde ela nasce.
Segunda-feira você está bem. Quinta chega um e-mail e o chão some. A alegria que você tem funciona, mas funciona como termômetro: registra a temperatura do ambiente e nada além disso.
Há um registro histórico que não fecha com essa conta. Gente que perdeu casa, reputação e liberdade por causa de Jesus continuou escrevendo que valia a pena. Paulo canta acorrentado. A carta que ele redige preso volta ao assunto da alegria página após página.
JESUS: A Fonte da Alegria trata alegria como Pessoa antes de tratar como estado. O caminho passa pela comunhão entre o Filho e o Pai anterior à criação, atravessa as parábolas de Lucas 15 para ver o que faz Deus celebrar, e chega a Hebreus 12, onde algo colocado adiante sustentou Cristo no pior momento possível.
Quando a fonte fica fora do seu calendário, a alegria para de ser recompensa por um mês bom. As semanas ruins continuam existindo. Elas deixam de decidir o assunto.
Toda alegria que você já sentiu apontava para algum lugar. O livro sustenta que o lugar tem nome, e que buscar aceitação, sentido ou descanso é buscar Cristo sem saber.
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