A longanimidade de Cristo, para quem chegou cansado de prometer e falhar.
Você já pediu perdão por isso antes. Com sinceridade. E voltou. A parte pior vem depois da queda: a suspeita de que Deus registrou a repetição e começou a se cansar.
Longanimidade é a palavra antiga para o que este livro descreve — a decisão de continuar com alguém que já deu motivo de sobra para ser largado. Pedro é o caso mais visível. Jesus antecipa a negação, diz isso na cara dele e não retira nada do que tinha investido no pescador.
JESUS: A Fonte da Paciência percorre as cenas em que essa recusa em desistir ficou documentada: os anos de silêncio em Nazaré, o convívio com discípulos que não entendiam, e o capítulo que carrega o livro inteiro — Judas.
Se a paciência de Cristo alcançou quem negociou a Sua entrega e ainda ouviu ser chamado de amigo no jardim, o seu caso não foi o primeiro a testar o limite. O limite não apareceu.
A paciência de Cristo não é tolerância cansada. É amor que se recusa a encerrar o caso — e Ele conhece o caso inteiro, inclusive as páginas que você ainda vai escrever.
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