Capa do livro Levante-se da Cadeira, de Mariovaldo Carrilho — sobre sedentarismo no trabalho

Levante-se da Cadeira

Hábitos contra o sedentarismo no trabalho — movimento que cabe no dia

eBook Kindle Mariovaldo Carrilho · 2026 Disponível no Kindle Unlimited

O cansaço do fim do expediente não veio de esforço nenhum

Fim de tarde. Você não correu, não carregou nada, não subiu escada. A nuca pesa, a lombar reclama, a perna formiga quando você finalmente levanta. O corpo está exausto de um dia em que quase não foi usado. Essa é a parte que não fecha, e é por onde o livro começa.

A conclusão automática é falta de treino. Aí a academia entra na lista, ao lado das outras obrigações. A matrícula acontece numa semana boa. A frequência cai na primeira semana ruim. E a culpa que sobra dessa desistência funciona como mais um motivo para não levantar da cadeira amanhã.

O problema tem outra localização. Não está na hora de exercício que falta no fim do dia. Está nas horas seguidas em que o corpo permanece na mesma posição sem que nada interrompa. A conta que pesa é a do tempo parado, e ela é feita durante o expediente, não depois dele.

Levante-se da Cadeira trabalha dentro do horário de trabalho. Interrupções curtas entre uma tarefa e outra, ajuste de posição, movimento que não exige trocar de roupa nem tomar banho depois. Nada disso substitui exercício. E nada disso depende de você ter disposição sobrando, que é a condição que nunca chega.

O que sustenta a mudança é gatilho. A reunião que termina, o café que acaba, o telefone que toca: cada um desses eventos já existe no seu dia e pode virar sinal para levantar. Quando o movimento se prende a algo que acontece de qualquer jeito, ele para de depender de você lembrar dele.


Você vai se identificar se...

Você termina o dia moído sem ter feito esforço físico
O cansaço existe e não veio do corpo ter trabalhado. Veio do corpo ter ficado parado.
Pescoço, ombro e lombar reclamam sempre nos mesmos pontos
A dor chega no mesmo horário e no mesmo lugar. Passa no fim de semana e volta na segunda.
Você já se matriculou em academia mais de uma vez
A intenção estava certa. O que não coube foi o formato: deslocamento, roupa, banho e um tempo que o seu dia não tem.
Depois do trabalho não sobra energia para nada
Você chega em casa e senta. A noite passa, e fica a sensação de ter sido consumido por um dia em que quase nada aconteceu.

O que o livro trata sobre corpo, cadeira e expediente

1
Por que permanecer parado cobra mais energia do que se mover ao longo do dia
2
Movimentos curtos que cabem entre uma tarefa e outra, sem trocar de roupa
3
O que fazer com pescoço, ombro e lombar travados por tempo de cadeira
4
Como prender o hábito de levantar a gatilhos que já existem no seu trabalho
5
A queda de disposição da tarde, e o que a interrompe
6
Por onde recomeçar quando a rotina quebra e o hábito some por uns dias

O corpo não cobra pelo esforço que você fez. Cobra pelo tempo em que ficou esperando que você se mexesse.

O que os leitores perguntam sobre este livro

Preciso de academia ou de equipamento?
Nada do que o livro propõe depende de academia. O movimento acontece onde você já está: na cadeira, ao lado da mesa, no trajeto até a cozinha. Quem treina continua treinando, e o que muda é o que acontece nas horas entre um treino e outro.
Trabalho em home office. Serve?
Serve, e o caso costuma ser mais grave. Sem deslocamento, sem caminhada até a sala de reunião e sem café em outro andar, o tempo sentado sem interrupção aumenta.
Isso substitui exercício físico?
Não substitui. Movimento espalhado pelo dia e treino resolvem coisas diferentes. O livro trata do primeiro, que é justamente o que costuma faltar por completo em quem trabalha sentado.
Tenho dor nas costas. Posso seguir o livro?
O texto trata de desconforto ligado à postura e ao tempo parado. Dor persistente, formigamento ou perda de força pedem avaliação profissional: o livro não faz diagnóstico e não substitui atendimento.
E se eu esquecer de levantar?
Esquecer é o comportamento esperado, e o livro parte disso. Por essa razão o hábito é ancorado em eventos que já acontecem no expediente, e não numa decisão que você precisa tomar de novo toda vez.

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Sobre o Autor
Mariovaldo Carrilho

Mariovaldo Carrilho escreve sobre ansiedade e saúde emocional, vida profissional, método de estudo, idiomas, vendas e comunicação.

Seus livros partem de uma situação concreta — travar ao falar, o inglês que não avança, a distração no trabalho — e tratam do mecanismo por trás dela.

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