Use depoimentos e prova social — venda mais sem exagero nem enganar
O cliente terminou o trabalho satisfeito e escreveu para agradecer. Você leu, respondeu com um obrigado e a conversa foi descendo na lista de mensagens. Semanas depois alguém entra na sua página, não encontra nenhum sinal de que outra pessoa já contratou você, e desiste em silêncio.
Existe um desconforto real no meio disso. De um lado, o concorrente que publica captura de elogio a cada hora e promete o que não entrega. De outro, o seu silêncio, que você chama de discrição e o mercado lê como ausência de histórico.
A Prova que Convence trata a prova social como registro. Registro tem contexto, ponto de partida e resultado que a pessoa consegue confirmar. Um elogio genérico não sustenta isso: ele informa que o cliente gostou, o que qualquer cliente educado escreve ao fim de um trabalho.
Boa parte do livro trata do pedido, que é a etapa onde tudo trava. Quando pedir, com que palavras, o que perguntar para o cliente contar a história em vez de distribuir adjetivos, e como transformar uma mensagem solta numa peça que outra pessoa reconheça como parecida com o problema dela.
A promessa exagerada tem um custo que aparece depois: o cliente chega esperando outra coisa e a entrega vira decepção mesmo quando foi boa. Prova honesta atrai quem cabe no que você faz, e filtrar antes da venda custa bem menos do que consertar depois.
Prova social não é mostrar que alguém gostou. É mostrar o que mudou, para quem e a partir de onde — porque é nesse detalhe que a pessoa do outro lado se reconhece.
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