Criação de site institucional
O que entra num site que é a primeira coisa que aparece quando alguém procura o seu nome, quanto custa em capacidade e por que ele não cabe em um único ciclo.
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Um site institucional não é um problema de design. É um problema de inventário. Antes de escolher cor, fonte ou foto, alguém precisa responder o que existe hoje, no nome de quem está, o que ainda funciona e o que já contradiz o que você faz.
Foi por isso que, num site de profissional de área regulada reformulado inteiro pouco tempo antes, a especialidade errada continuou escrita dentro da arte do logotipo. Estava em imagem, não em texto, então não aparecia em busca nenhuma dentro do próprio site. Sobreviveu a uma reformulação completa porque ninguém tropeça num erro que não é pesquisável. Foi achado olhando.
O que este serviço resolve
Quem procura o seu nome hoje encontra alguma coisa. A pergunta é se essa coisa ainda descreve o que você faz, se ela guarda quem chega e se você consegue mudar uma linha sem depender de terceiro.
Os três defeitos que mais aparecem quando abro um site que já está no ar:
O texto anuncia um serviço que a pessoa parou de oferecer. O formulário de contato joga quem escreveu direto numa conversa de mensagem e não grava nome, e-mail nem texto em lugar nenhum, então não existe como responder quantos contatos chegaram no mês. E o domínio está registrado no CPF de um ex-fornecedor.
O terceiro é o mais caro, e é o que vira prioridade antes de qualquer construção. Site bonito em domínio que não é seu é aluguel.
O que entra e o que não entra
Entra
- Inventário do que já existe, incluindo titularidade de domínio, hospedagem e contas
- Arquitetura de páginas e a ordem em que o visitante lê
- Redação de todo o texto, a partir da sua entrevista de captura
- Implementação, publicação e certificado
- Formulário que grava o contato antes de disparar qualquer aviso
- Política de privacidade escrita a partir do que o site de fato coleta
- Medição de origem de contato
- Estrutura de dados para busca e para os mecanismos generativos
Não entra
- Loja virtual com carrinho e pagamento, que é outra frente
- Sistema com área logada, agendamento próprio ou prontuário
- Compra do domínio e da hospedagem, que ficam no seu nome e na sua fatura
- Produção de fotografia original
- Tráfego pago para levar gente ao site
- Promessa de posição em busca
Como o trabalho acontece
- InventárioLevanto o que está no ar, onde está hospedado, em nome de quem, o que indexou no Google e o que já quebrou. Sai uma lista do que migra, do que morre e do que precisa ser resolvido antes.
- Entrevista de capturaCerca de uma hora gravada. Serve para o texto sair com o seu jeito de explicar, não com o meu. Sem ela, o site fica correto e impessoal.
- Arquitetura e textoDefino as páginas, a ordem e escrevo tudo. Você recebe para revisar antes de qualquer implementação, porque mudar palavra em documento é barato e em site publicado não é.
- ImplementaçãoO site é construído e publicado. O antigo fica no ar até o novo estar pronto, e a virada acontece com o endereço já apontado e o certificado ativo.
- Depois da publicaçãoO site entra em sustentação: atualização, monitoramento e correção. Publicar não encerra o trabalho, e essa parte consome capacidade todo mês.
O que depende de você
Sem isto, a frente trava
- A entrevista de captura, cerca de uma hora do seu mês
- Acesso ao registro do domínio, ou a disposição de transferir a titularidade
- Aprovação do texto, porque o que leva o seu nome é você quem assina
- Fotos suas, se quiser aparecer no site
- Se a sua profissão tem conselho, a revisão final do que fala da sua área
Há partes do trabalho que não dependem de esforço do fornecedor. Numa entrega de e-commerce, a emissão automática de nota dependia de dados fiscais, certificado digital e classificação de produto que só o cliente tinha. Não vieram no prazo, e a frente foi registrada no relatório como aguardando dados do cliente, não como concluída. Dizer qual é essa parte no começo evita que o fim pareça enrolação.
Por que não cabe em um ciclo
O ciclo do Formato 1 tem 100 PCA. Desses, 22 já ficam com a operação que roda sozinha: reunião e planejamento, captura, suporte e revisão de conformidade. Sobram 78 para construir.
O site custa 120. A conta não fecha, e essa é a informação que quase ninguém dá antes de fechar contrato. Na prática ele começa em um ciclo e termina no seguinte, dividindo o segundo mês com o que já está em sustentação. Quem promete site e mais quatro frentes no primeiro mês está entregando tudo pela metade.
Quando eu não recomendo
Não contrate isto agora se
- O seu site atual funciona e o problema real é que ninguém responde quem chega. Aí a frente é atendimento, não site.
- Você ainda não decidiu o que vende. Site não resolve posicionamento indefinido, só publica a indecisão mais rápido.
- Você espera número de cliente novo como resultado. Não prometo isso, e quem promete está chutando.
- A titularidade do domínio está em disputa. Isso se resolve antes, não durante.
Perguntas que aparecem sempre
Quanto tempo leva? Dois ciclos mensais na prática. O prazo depende mais da sua disponibilidade para a entrevista e para a revisão do texto do que do tempo de implementação.
O site fica no meu nome? Sim, e isso não é negociável. Domínio, hospedagem, contas e base ficam no seu nome. Onde a plataforma permitir, o acesso é nominal, para você ver e revogar quando quiser.
E o site que já está no ar? Fica no ar do começo ao fim da construção. A virada só acontece quando o novo está pronto, e existe cópia de segurança confirmada antes de qualquer mudança estrutural.
Vocês garantem primeira página no Google? Não. O site sai com estrutura correta para busca, mas posição depende de concorrência, histórico e tempo. Quem garante posição está vendendo o que não controla.