Anderson Chipak Fale comigo →
Design e materiais

Peças visuais para redes

As imagens derivadas do que já foi escrito, produzidas em lote, num formato só, sem você abrir editor e sem sessão de fotos.

  • Estratégia
  • Processos
  • Tecnologia
  • Resultados
Assinatura de Anderson Chipak

Peça para rede social é a coisa mais barata do catálogo e a que mais gente contrata primeiro. Quase sempre na ordem errada, porque ela é derivada: existe para levar alguém a um lugar que precisa estar pronto antes.

Na minha própria produção, 450 imagens saíram todas em 1080 por 1350. Um formato só, não seis. A escolha de um formato só é o que permite produzir em lote sem que cada peça vire uma decisão nova, e é também o que impede a coleção de parecer feita por cinco pessoas diferentes.

O que este serviço resolve

Você escreveu um artigo, gravou uma explicação ou publicou um material. Isso não circula sozinho. A peça é o pedaço que circula, e o texto é onde a pessoa cai quando clica.

O problema que ela resolve não é estético, é de repetição: produzir uma peça por vez, à mão, num editor, consome mais atenção do que o resultado devolve. Produzir vinte de uma vez, a partir de textos que já existem, custa quase nada por unidade.

O que entra e o que não entra

Entra

  • Recorte do texto de origem, escolhendo o trecho que funciona sozinho
  • Arte da peça, no padrão visual da sua casa
  • Um formato só, aplicado a todas as peças do lote
  • Texto de apoio da publicação
  • Arquivo final entregue a você, para publicar quando quiser
  • Conferência do que está escrito dentro da imagem

Não entra

  • Publicação nas suas contas em seu nome
  • Produção de fotografia original
  • Vídeo, corte de vídeo ou legenda de vídeo
  • Peça sem texto de origem, criada do zero
  • Impulsionamento pago
  • Promessa de alcance ou de seguidor novo

A conferência do que está escrito dentro da imagem é a linha mais importante da coluna da esquerda, e ela existe por um motivo específico. Já encontrei a especialidade errada de um profissional escrita dentro da arte do próprio logotipo, no ar havia anos, sobrevivendo a uma reformulação completa do site. Erro dentro de imagem não é pesquisável: ninguém tropeça nele, ele só é achado por quem abre o arquivo e lê.

Como o trabalho acontece

  1. Escolha do loteUm lote sai de textos que já existem. Peças soltas, uma a uma, custam mais atenção do que devolvem.
  2. RecorteO trecho precisa se sustentar sem o texto ao redor. Frase que só faz sentido para quem leu o artigo inteiro não funciona como peça.
  3. Produção em loteMesmo formato, mesma estrutura, mesmas margens. É o que mantém a coleção parecendo uma coisa só.
  4. Conferência do que está escrito dentroCada peça é lida por dentro, não só olhada. Preço, especialidade e condição escritos em imagem são o lugar onde informação errada envelhece sem ninguém ver.
  5. EntregaOs arquivos ficam com você. Quem publica é você, ou quem já publica hoje.

O que depende de você

Sem isto, a frente trava

  1. Aprovar o padrão visual uma vez, no começo
  2. Ter os textos de origem prontos, porque a peça é derivada deles
  3. Fotos suas, se quiser aparecer
  4. Se a sua profissão tem conselho, a revisão do que a peça afirma

O último item é o que mais recusa pedido, e recusa com frequência. Regra de publicidade de conselho se aplica ao que a peça afirma, não ao tamanho do arquivo, e imagem com promessa de resultado é o formato onde essa regra mais é violada sem intenção.

Por que meio ponto, e onde esse número deixa de valer

Meio ponto por peça é barato porque o trabalho pesado já foi pago antes: a decisão sobre o assunto, a pesquisa e a redação aconteceram no texto de origem. A peça só transporta.

Quando não existe texto de origem, essa economia some. Peça criada do zero exige escolher assunto, apurar e escrever, que é o trabalho de um artigo dentro de um retângulo pequeno. Cobrar meio ponto por isso seria vender um preço que não se sustenta na entrega, e o resultado seria eu entregando algo pela metade.

Quando eu não recomendo

Não contrate isto agora se

  • Você não tem para onde mandar quem clicar. Peça que leva a lugar nenhum gasta atenção que você não recupera.
  • Não existe texto de origem. Aí a frente anterior é conteúdo, não design.
  • Você espera seguidor novo como resultado. Não prometo isso, e peça derivada serve para quem já te acompanha, não para atrair estranho.
  • Você quer volume alto sem revisar nada. Vinte peças erradas circulam vinte vezes mais rápido que uma.

Perguntas que aparecem sempre

Por que um formato só? Porque cada formato adicional multiplica a produção e não multiplica o alcance. Um formato bem escolhido aparece bem na maioria dos lugares onde as pessoas olham.

Vocês publicam para mim? Não. Os arquivos ficam com você e a conta é sua. Não assumo o seu canal e não falo com o seu cliente no seu lugar.

Quantas peças por mês? Não trabalho com cota. Sai do que existe de texto e da capacidade acordada na abertura do ciclo.

Preciso aparecer em vídeo? Não. Esta frente funciona inteira sem um único vídeo, e vídeo não está incluído nela.

O que custa

Em capacidade, não em orçamento avulso.

A ALC cobra capacidade por ciclo, não item por item. O Formato 1 tem 100 PCA por mês e 22 já ficam com a operação que roda sozinha, então sobram 78 para construir. É contra esse número que este serviço se mede.

0,5 por peça derivadaPCA

Entra em qualquer ciclo, e é a frente que melhor preenche capacidade sobrando

Meio ponto é o custo de uma peça derivada de um texto que já existe. Peça criada do zero, sem texto de origem, não é peça derivada e não sai por esse número.

Ver os dois formatos na ALC →
Quem executa isso

Peças visuais para redes não se contrata avulso aqui.

Este serviço existe dentro da gestão de operação digital da ALC: uma frente por ciclo, escopo registrado na abertura do mês e prestação de contas no fechamento. A relação com o seu cliente continua sendo sua.