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Gestão da operação

Implantação do zero, quando não existe nada

Quando só existe um site em construtor visual e mensagens no celular, o primeiro mês é quase todo montagem, e isso é dito antes de assinar, não depois.

Implantação do zero, quando não existe nada, da família gestão da operação: Quando só existe um site em construtor visual e mensagens no celular, o primeiro mês é quase todo montagem, e

Existe um ponto de partida específico que merece página própria: o do negócio em que nada digital existe ainda, além do óbvio.

Site num construtor visual, conversas no celular, e só. Sem lugar para guardar contato, sem envio de e-mail no domínio próprio, sem automação, sem agendamento.

Não é um problema. É um começo, e ele tem uma característica que precisa ser dita em voz alta antes de qualquer contrato.

A verdade incômoda do primeiro mês

Praticamente tudo que aparece para o seu cliente depende de coisas que não aparecem para ninguém.

O e-mail que chega bonito depende de um domínio configurado. O contato que não se perde depende de um lugar onde ele é gravado. A mensagem automática depende de uma conta oficial aprovada. Nada disso tem tela para mostrar.

Por isso o primeiro mês é quase todo montagem. Você paga e vê pouca coisa rodando.

Numa operação que eu montei do zero, o que resolveu isso não foi entregar mais rápido, foi entregar um cronograma de seis meses no começo, e não no fim. Para a cliente acompanhar, não para ser informada depois.

Dizer isso antes de assinar custa venda. Também evita a conversa ruim do segundo mês, que é a conversa em que a relação costuma quebrar.

O que entra e o que não entra

Entra

  • Inventário do pouco que existe, e em nome de quem está
  • Domínio e e-mail profissional no seu nome
  • O lugar onde os contatos passam a ser gravados
  • Ordem de dependência escrita, com o que vem antes de quê
  • Cronograma dos primeiros meses, entregue no começo
  • Uma frente por mês, com o que fica para depois dito na abertura
  • Acessos nominais desde o primeiro dia

Não entra

  • Tudo pronto no primeiro mês
  • Tráfego pago, que não existe no catálogo
  • Contas ou assinaturas no meu nome
  • Promessa de cliente novo, de faturamento ou de prazo de retorno

A ordem que não se inverte

Tem uma sequência aqui que eu não troco, e vale explicar por quê.

Base organizada antes de captação. Captar contato para um lugar que não existe é produzir perda organizada. Primeiro o lugar, depois o que enche o lugar.

Captura de conteúdo antes de produção. Sem a entrevista, o material sai correto e impessoal, que é o pior resultado possível: passa despercebido e ainda ocupa o lugar do bom.

Limites e testes antes de qualquer coisa automática. Automação que funciona no primeiro registro e quebra no segundo é o padrão, não a exceção. Já vi isso num teste com oito registros iguais: o primeiro passou, o seguinte falhou, e os demais caíram atrás dele.

Quando alguém pede para inverter essa ordem, normalmente é porque a parte de baixo é a que aparece. Eu digo não, e digo o motivo.

Como o trabalho acontece

  1. LevantamentoO que existe, em nome de quem, e o que já quebrou. É curto, porque existe pouca coisa, e é o que define a ordem.
  2. Cronograma no começoDos primeiros meses, com o que entra em cada um. Entregue antes, para acompanhar, não depois, para justificar.
  3. FundaçãoDomínio, e-mail profissional e o lugar onde o contato é gravado. É o mês que menos aparece e o que mais decide.
  4. Uma frente por mêsCom o que fica para depois dito na abertura. Fila declarada é melhor que fila escondida.
  5. Piloto antes do loteTudo que vai rodar em quantidade roda antes em quantidade pequena, conferido na segunda e na décima vez, não só na primeira.

O que depende de você

Sem isto, a frente trava

  1. Cerca de duas horas por mês, para a reunião e a captura
  2. Documentos para as contas que precisam ser abertas no seu nome
  3. Um meio de pagamento seu para domínio, hospedagem e ferramentas
  4. Paciência com o primeiro mês, que é o único jeito honesto de dizer isso

Quando eu não recomendo

Não contrate isto agora se

  • Você precisa de cliente novo neste mês. A montagem não entrega isso, e prometer que entrega seria mentira.
  • Você não tem as duas horas por mês. Sem a captura, tudo sai impessoal.
  • Você quer tudo pronto de uma vez. Não cabe, e quem promete entrega tudo pela metade.
  • Você ainda não decidiu o que vende. Montar operação para uma oferta indefinida só publica a indecisão mais rápido.

Perguntas que aparecem sempre

Quanto tempo até ver alguma coisa funcionando? Automação e atendimento aliviam já no primeiro ciclo. Captação por volta do segundo. Resultado orgânico de busca fica evidente entre o quarto e o oitavo mês, quando fica.

Por que não fazer tudo junto? Porque não cabe, e porque cada coisa depende da anterior. Fazer junto significa fazer tudo pela metade e descobrir isso no terceiro mês.

Eu preciso entender de tecnologia? Não. Se você sabe participar de uma reunião e aprovar o que leva o seu nome, é suficiente.

E se eu quiser sair no meio? Você leva tudo: domínio, contas, bases, arquivos e documentação. É por isso que tudo é aberto no seu nome desde o primeiro dia.

Na mesma frente

O que costuma vir junto

Quem executa isso

Implantação do zero, quando não existe nada não se contrata avulso aqui.

Este serviço existe dentro da gestão de operação digital da ALC: uma frente por ciclo, escopo registrado na abertura do mês e prestação de contas no fechamento. A relação com o seu cliente continua sendo sua.