WhatsApp ligado aos seus sistemas
A conversa deixando de viver só no aparelho: o contato cai no lugar onde você guarda cliente, o pedido aparece, a agenda enxerga, e ninguém digita a mesma coisa duas vezes.
Conversa que vive só no WhatsApp não é registro. Ela não aparece em relatório, não dá para contar, não sobrevive à troca de quem atende, e não se cruza com nada.
Ligar o WhatsApp ao que você já usa resolve isso. Não é sofisticação: é parar de redigitar e parar de perder.
O que este serviço resolve
O caso mais comum que eu encontro é a digitação dupla. A pessoa conversa pelo WhatsApp, e depois alguém copia nome, telefone e o que foi combinado para uma planilha, um sistema de clientes ou um caderno.
Isso custa tempo, e custa mais em erro. O que é copiado à mão é copiado errado de vez em quando, e ninguém descobre qual.
O segundo caso é o inverso: o sistema tem a informação e a conversa não. O cliente pergunta o status do pedido e quem atende precisa abrir outra tela, procurar, e voltar. Enquanto isso a conversa esfria.
O que entra e o que não entra
Entra
- Levantamento do que você já usa e do que cada sistema guarda
- Contato do WhatsApp caindo no lugar onde você guarda cliente
- Marcação de origem, para saber de onde a conversa nasceu
- Consulta de informação do sistema dentro da conversa
- Agenda enxergando o que foi marcado por mensagem
- Aviso automático de evento que importa, como pedido ou pagamento
- Conferência de ponta a ponta, com dado de teste, antes de ligar
Não entra
- Desenvolver o sistema que você ainda não tem
- Comprar ferramenta ou assinatura no meu nome
- Migrar base de um sistema antigo para um novo, que é outra frente
- Dado de saúde ou qualquer informação clínica em mensagem
- Garantia de que um sistema fechado vai permitir a ligação
A última linha da direita é a mais honesta e a que mais frustra. Nem todo sistema permite ser ligado a outra coisa. Alguns não têm por onde, outros cobram caro por isso, outros permitem mas só de um lado. Eu confiro isso no levantamento e digo antes de você pagar por uma frente que não vai acontecer.
O que mais dá errado aqui
Duas coisas, e as duas em silêncio.
A primeira é a parte que depende de dado que só o cliente tem. Numa entrega de comércio eletrônico, a emissão automática de nota fiscal dependia de dados fiscais, certificado digital e classificação de produto que só o cliente possuía. Não vieram no prazo, e a frente ficou parada esperando. Foi registrada como aguardando dados do cliente, não como concluída, e dizer isso no começo é o que impede que o fim pareça enrolação.
A segunda é a automação que funciona uma vez. Já vi uma rotina funcionar perfeitamente no primeiro registro e quebrar no segundo, e isso é o padrão, não a exceção. Por isso nada aqui entra em produção sem rodar antes em quantidade pequena, conferido item a item.
Como o trabalho acontece
- LevantamentoO que você usa, o que cada coisa guarda, e o que de fato permite ser ligado. Sai uma lista do que dá, do que não dá e do que custa mais do que devolve.
- Desenho do caminho do dadoO que sai de onde, vai para onde, e o que acontece quando falha. A terceira parte é a que ninguém escreve e a que decide tudo.
- LigaçãoFeita em uma direção por vez. Ligar os dois sentidos ao mesmo tempo esconde qual dos dois quebrou.
- Piloto com dado de testeCom informação obviamente falsa, conferida ponta a ponta. Nunca com dado de cliente real, porque teste que escapa vira mensagem para quem não pediu nada.
- AcompanhamentoO que falha silenciosamente precisa gritar. Cada ligação sai com um jeito de avisar quando parar de funcionar.
O que depende de você
Sem isto, a frente trava
- Acesso aos sistemas que já existem, em conta no seu nome
- Dizer qual informação importa de verdade, porque não é toda
- Decidir qual sistema manda quando os dois discordam
- As assinaturas e taxas dos serviços envolvidos, que são custo seu
O terceiro item é o que mais gera confusão depois. Quando duas fontes guardam a mesma informação, elas vão divergir em algum momento. Já vi um mesmo sistema com três fontes discordando entre si: cinquenta e nove valores numa lista, sessenta e sete numa tabela e dezenove fixos no código. Alguém precisa decidir, antes, qual delas vale.
Quando eu não recomendo
Não contrate isto agora se
- Você ainda não tem onde guardar cliente. Primeiro existe o lugar, depois se liga o WhatsApp a ele.
- O seu volume de conversas cabe numa planilha atualizada à mão sem dor. Ligar sistema custa manutenção todo mês.
- O sistema que você usa não permite. Eu confiro isso antes, e se não permitir eu digo, em vez de tentar contornar com remendo.
- O que você quer é trocar de sistema. Isso é migração, que é outra frente e vem antes desta.
Perguntas que aparecem sempre
Funciona com o sistema que eu uso? Descubro no levantamento e digo antes de começar. Se não funcionar, você não paga por uma tentativa.
Preciso trocar de ferramenta? Não por causa disto. Se eu achar que vale trocar, digo o motivo e o custo, e a decisão é sua.
Isso quebra quando a ferramenta mudar? Quebra, de vez em quando, e é por isso que existe manutenção. Ferramenta muda sem avisar, e a única defesa é alguém olhando.
Quem paga as assinaturas? Você, direto, em conta no seu nome. Não passo assinatura pela minha fatura e não coloco margem em cima.